Ventos Aqui me encontro e confundo...

domingo, 10 de abril de 2011

a Good Story


















"-It's not real. It's just a good story.
-What's so wrong with a good story?"

segunda-feira, 28 de março de 2011

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

" ...

-Sentir que há alguém que gosta de nós, e de estar connosco, é dos melhores sentimentos do mundo.
-Eu gosto de ti... E posso ser o teu que olha para trás à tua procura. Sabes isso, não sabes?
-Eu sei, mas não é a mesma coisa.
-Eu sei..."

É neste fim de tarde acolhedor que recordo esta convesa acolhedora do final de tarde de ontem. Nesse dia, os candeeiros da Avenida de Roma convergiam para um sol que se punha reflectido nas poucas nuvens daquele imponente céu assente no horizonte da grande avenida. Estamos em Fevereiro, a temperatura do final de tarde do dia de hoje não concorda, e a  atmosfera vem com sentimentos que me envolvem e me fazem viajar para passeios noutros fins de tarde quentes passados ou futuros.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Dito pelas lágrimas

Hoje chorei. Chorei quando aparentemente o motivo fazia sorrir. Por isso chorei também, encostada à grade escura, a olhar para o castelo e para o miradouro da Graça enquadrados num céu azul limpo. O sol aquecia-me as costas, o vento gelava-me a mão que segurava o casaco. Eram 14.30h quando entrei na faculdade. Quando vi a pauta não consegui conter tudo o que não se libertava há já algum tempo. Em mim, a esperança é um sentimento muito resistente, e por isso, no fundo, acreditava que era possível, contudo a mentalização do resultado negativo nos últimos dias fez-me crer que continuamente me julgo superior àquilo que sou. Telefonei-te a dar a boa novidade, foi muito bom ouvir a tua voz de orgulho e o riso expressivo do pai ao fundo muito feliz por mim. Fiz com que não reparassem no choro da minha voz invulgar porque hoje quis-me chorar sozinha, sem julgamentos e tentativas de compreensão. Foi bom sentir quem, sem qualquer dúvida minha, me quer todo o bem.
Hoje, as lágrimas que cairam em silencio aliviaram, lavaram a alma, e disseram muito mais para além do percebido. Hoje deito-me cedo, que as lágrimas também cansaram. Nunca senti tantas saudades de alguém como hoje.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

cosiness

numa mesa redonda

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Que merda de dia!
Viagens sem música, sono, inércia, falta de gosto a fazer aquilo que gosto - é que nem o ver televisão e o fazer nada foram como deve de ser, e 8h (8h!!) para estudar metade de uma aula de 1h, uma aula que nem é muito importante para o crédito! Se tivesse 15 dias só para estudar isto, era tranquilo. Mas não, os 4 dias que tenho são contados às horas, aos minutos! - Estás a ouvir, ó Deus da produtividade e do proveito? Que tal um bocadinho de compaixão por esta carente alma por ti abandonada?
É um espanto eu dizer asneiras, eu sei, mas hoje acabo o dia a repetir: Que merda de dia!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Passagem de ano

Passagem de ano e a entrada a sério na decada dos 20 e _ .
12 passas n chegam...




I'm a lucky man to count on both hands
The ones I love...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

- Eu também.

"- Vim só dizer boa noite.
 - Boa noite. Dorme bem.
 - (olhas para mim e observas o que faço fixamente)
   Gosto de te ver estudar assim.
 - É para compensar o fim de semana grande de férias! (respondo, como sempre, irreflectidamente)
 - Não é isso. Gosto de te ver estudar assim o que estás a estudar.

São estes momentos que me voltam a dar sentido. Não devia ser necessário, mas esqueço-me muitas vezes de valorizar a concretização. Obrigada por me mostrares tão espontâneamente que estás feliz por mim. Lembras-me que eu também estou.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Se me encontrarem, deixem-me ficar por lá.

Depois de algum tempo sem palavras volto movida pela inocência sorridente de quem ainda não conseguiu parar de sonhar. Uma tarde a olhar para o rio e uma história bonita à noite serviram de mote para os sonhos verdes e azuis, cheios de terraços de arroz, véus, relevos e madeiras molhadas. A vida primária daquele paraíso místico original atrai-me  fortemente e só me faz desejar amar em Bali. Nos próximos dias vou dormir lá, ler lá, andar por lá e ser apanhada pela chuva e pelo sol tropicais. Tenho pena que, previsivelmente, entretanto isto passe: o estudo da próxima semana e a perspectiva de mais 6 anos exaustos de curso que antecederão uma vida cheia de obrigações e responsabilidades, farão desvanecer a minha fantasia apaixonada. Para já, a esperança da idade que teima em permanecer, e que faço por acreditar ser a ponte entre a fantasia e a possibilidade real, ainda me permite dizer - Talvez um dia vá  contigo ao outro lado do mundo, apaixonada, dormir, ler, andar e apanhar chuva e sol.