unknown
Descubro que sou eu quem está comigo.
Ventos Aqui me encontro e confundo...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Mesa para dois
e um dia que não podia ter sido mais feliz.
Um abraço apertado de sorriso e agradecimento na saída da faculdade, onde tudo fez sentido. Um caminho onde as palavras se atropelavam com o entusiasmo de quem quer contar tudo o que tinha acontecido, e o conforto ser ouvida com todo o interesse e atenção. Ao telefone, palavras aliviadas que torceram muito por mim e a partilha sincera da realização. Uma aula prometida a que há muito queria assistir. Uma mesa para dois e um menu de palavras estranhas que resultaram num prato com arroz em forma de coração, pirosisses boas, sabores frescos da Ásia, e um chá quente de maçã e canela. Um passeio de mãos dadas por ruas estreitas até à baixa, o sermos presenteados com um concerto em frente ao S. Carlos, e a partilha confidente e aconchegada de um gelado. O rodopiar leve na rua Augusta até ao arco, e um beijo e as palavras certas nas escadas da estátua do D. José. Um olhar sincero na estação do Rossio, uma cama grande e lençóis lavados, um dia que não acabou.
Obrigada por teres feito tudo para que este fosse o meu dia, por fazeres tudo para que estes sejam os nossos dias.
terça-feira, 12 de julho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
202
Preciso de me acalmar. Ainda preciso de me acalmar. Estou aqui, já passou uma noite, mas ainda vejo aqueles olhos brancos, ainda sinto o cheiro, ainda ouço as vozes altas, ainda me desvio da garrafa atirada, ainda imagino tudo o que não aconteceu mas que podia ter acontecido. "-Tive sorte com o homem." Vi e vivi o pior da cidade que adoro. Preciso de me acalmar e ouço a música. Acabou tudo bem, mas os meu olhos ainda parecem querer chorar quando me lembro, porque ainda sinto a insegurança, porque apesar de ter acabado tudo bem, nem tudo ficou bem. Acho que nunca tive tanto medo na minha vida. E porque estava sozinha, e porque agora sei que podia ter apanhado o 205, ainda tremo e me doem os olhos. Adoro a minha vida, tive tanto medo.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Um céu
Voltei a correr. Depois de um ano de pausa, voltei a conseguir o meu tempo de sentir a estrada, a rua, a música, o coração e o vento.
Já a caminhar, na chegada a casa, ouvi inesperadamente a nossa música e encontrei-nos ali mesmo. Naquele momento, com um tempo que só ao vento pertencia, consegui perceber que ainda nos basta um céu, ou uma sala com uma vela acesa, para podermos existir.
"If I lay here
And just forget the world?
...Just know that these things
If I just lay here
Would you lie with me
...Just know that these things
Will never change for us at all"
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Ai, uma fita.
Ai, uma fita... "-Quando é mesmo a benção?". Não deixes passar o tempo, não deixes passar o tempo, não deixes passar o tempo, não deixes passar o tempo... Bolas, e agora o que é que eu escrevo? Não te esqueças, não te esqueças, não te esqueças... Não está bem assim, porque é que não consigo escrever exactamente o que sinto para ti? Amanhã vejo se a inspiração está do meu lado. Ainda não é hoje. Tens que te despachar, tens que te despachar... "-Então já tens a fita para mim?". Bolas. Atrasada, outra vez... "-Já está aqui!". Ai, uma fita escrita e entregue, e uma felicidade enorme no peito. Uma fita com um desejo, que pode não ter sido expresso perfeitamente naquelas palavras, e no timming de entrega, mas que é muito cá de dentro, uma fita que enche o coração como só a amizade consegue. Sinto-me tão feliz a desejar e a imaginar a vossa felicidade. Ai, uma fita de parabéns orgulhosos, e lá vai ela mais um bocadinho.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Juntos
amêndoa e tangerina
roibos e damasco
tarte de maça e gelado
leite e café
profiteroles e chocolate
strawberry e cheesecake
chá e bolachas
num banco ao pé do rio,
a perder comboios,
num dia de chuva.
roibos e damasco
tarte de maça e gelado
leite e café
profiteroles e chocolate
strawberry e cheesecake
chá e bolachas
num banco ao pé do rio,
a perder comboios,
num dia de chuva.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





